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CONTROLE DE PRAGAS

 

INTRODUÇÃO

 

A origem das pragas é mais antiga do que a civilização humana, mas a presença danosa decorre do desequilíbrio ecológico provocado pelo próprio homem. Acúmulo de alimentos, lixo, ausência de predadores naturais e a falta de higiene e educação das pessoas é que levam ao descontrole, inexistente nas condições naturais.
Neste contexto a atividade de controle de Vetores e Pragas apresenta uma importância muito grande para o homem. É uma atividade que faz parte do conceito de saneamento uma vez que, eliminando e controlando os vetores e pragas, torna o ambiente mais propício a vida humana. Essa importância perpassa pelo aspecto econômico quando combatemos um dos principais causadores de prejuízos a agricultura e produção de alimentos, que são as pragas agrícolas, e pelo aspecto de saúde pública onde o emprego de medidas de controle de vetores é fundamental no controle de determinadas doenças. O controle dos vetores corresponde, na maioria das vezes, a forma mais simples, eficiente e barata de se controlar uma doença.

O medo que o homem tem por determinados insetos está no fato destes serem responsáveis pela transmissão de determinadas doenças muitas delas levando a elevados índices de mortalidade aos seres humanos. Até nos tempos atuais onde o nível tecnológico alcançado pelo homem não impede que determinadas epidemias se espalhem e assustem as pessoas por todo mundo. Dentre os diversos vetores existentes por todo o planeta os mais conhecidos por nós são as 

doenças como febre amarela, Malária, dengue, leptospirose, Tifo, hantavirose e outras mais...

 

Barata - diarreias, alergia, tifo, hepatite, hanseníase.

Mosquitos - dengue, febre amarela, malária.

Formigas - choque anafilático.

Ratos - Leptospirose, tifo, peste bubônica, hantavirose.

Pulgas - peste e tifo.

Pombos - toxoplasmose, piolhos, doenças respiratórias e histoplasmose.

Todo vetor pode ser considerado uma praga, se for encarado como uma espécie que traz prejuízo ao homem, mas nem toda praga pode ser considerada um vetor. Um exemplo disto são os insetos xilófagos como os cupins que apesar de trazerem prejuízos econômicos, uma vez que destroem mobílias, construções até obras de arte, não transmitem nenhuma espécie de doença ao homem. Por outro lado temos uma série de espécies de dípteros, como moscas e mosquitos, roedores e outros tipos de animais e insetos que são capazes de trazer, armazenados em seus organismos, vários agentes patogênicos que são capazes de provocarem desde disenterias, febres, mal estar até casos de hemorragias que levam a morte

Por isso nocontrole de pragas de ambientes complexos cujos parâmetros  que devem ser considerados são inúmeros, inclusive quando nestes estão inclusos áreas sensíveis ou de riscos como é o caso de hospitais, restaurantes, hotéis, indústrias de fármacos e alimentos, devem necessariamente ter critérios técnicos bem embasados buscando uma sistemática de ações que levem a soluções práticas, simples e seguras.

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